
Para falar da importância do Porto do Itaqui no agronegócio, a Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap) esteve presente no Exame Fórum Nordeste, evento que reuniu governantes, líderes corporativos e economistas na última quarta-feira (20), em São Paulo (SP). O objetivo foi discutir cenários econômicos, desafios e oportunidades da região Nordeste.
Na oportunidade, a Emap participou do painel “O lado agro do Nordeste e seu papel na economia”, destacando os planos de avanço do porto voltados à expansão de infraestrutura portuária e terminais estruturantes na importação de fertilizantes, exportação das commodities agrícolas, como o Itaqui tem sido usado de forma estratégica na região, além de falar de outros negócios da hinterlândia do porto.
“Voltados ao agro há três berços com capacidade para navios Panamax no Itaqui, navios que chegam a 77 mil toneladas. Essa característica faz toda a diferença. Temos ainda a multimodalidade que nos interliga, também por ferrovia, à terceira e última grande fronteira agrícola do país, que é a região MATOPIBA”, explicou a gerente de planejamento da Emap, Luciana Kuzolitz, referindo-se ao enclave formado pelo Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia.
Outro ponto destacado pela gerente foi em relação à gestão de produtividade do porto que, aliada à pujança do mercado, quebrou paradigmas. Hoje, os berços especializados do Itaqui chegam a movimentar 8 milhões de toneladas de grãos. Dessa forma, os investimentos que o porto realiza e atrai vem da lógica de uma gestão integrada a bons projetos, da inteligência de seus clientes e da orientação para o mercado.
“Os nossos berços de atracação têm uma ocupação bastante alta. Por isso, a ampliação da infraestrutura portuária é essencial. A necessidade do Brasil hoje não é só investimento no porto, mas, sobretudo, investimento a longo prazo em ferrovias, rodovias e em polos concentradores de carga para que essas produções tenham espaços de armazenamento e, com competitividade, sejam levadas até o porto”, finalizou Kuzolitz.
Além da Emap, participaram das discussões do painel: César Rezende, repórter de agro da Exame; Luiz Sérgio Farias Machado, superintendente de agronegócio e microfinanças rurais do Banco do Nordeste; Bruno Wanderlei de Freitas, sócio e economista sênior da Datagro; e Marco Aurélio Bomfim, sócio da Embrapa Maranhão.













“Com a inauguração de uma moderna planta industrial da Inpasa, no município de Balsas, no sul do Estado, inicia-se um novo capítulo na história econômica do Maranhão”, enfatizou o parlamentar.
“Durante a fase de implantação foram gerados mais de 3 mil empregos e só na operação da indústria mais de 500 colaboradores já atuam. A expectativa é de que pelo menos 10 mil empregos indiretos serão criados em poucos meses”, destacou o parlamentar.
“Ele foi atrás desta empresa lá do Mato Grosso, para que ela se instalasse no Maranhão, e deu todas as condições necessárias para que isso acontecesse. Tudo que precisava, ele fez, para que essa indústria se instalasse no Maranhão”, disse Hildo Rocha.